15/04/2008

Caio Melo por ele mesmo

Em primeiro lugar sou entusiasta das artes, daquilo que é belo e de toda manifestação autêntica do ser humano e suas relações. Vivendo e conhecendo, mergulhei na música, na literatura e, agora, numa filosofia prática de reeducação comportamental. O nome disso? Yôga, especificamente SwáSthya, mas eu prefiro não me ater aos rótulos. Considero-me vaidoso e atento aos detalhes. Minha premissa atual é conhecer tão bem o que há para dentro e para fora da pele. Cuidar e melhorar igualmente o que há para dentro e para fora da pele.

Desde cedo tive contato com a música, pela qual me apaixonei e com a qual até hoje flerto. A partir dos sete anos conheci o piano e, com ele, o universo musical escancarado em minha frente através de teclas brancas e pretas. Expandi minha vivência sonora através do trompete, no qual descobri, entre outras coisas, a grande diferença que sutilezas proporcionam. Por último, como quase todo adolescente, resolvi aprender violão. Este último se transformou em guitarra e pedais de efeitos. Componho, monto arranjos e me divirto extraindo sons e combinando-os.

Sou Instrutor e praticante de SwáSthya Yôga, o Yôga Antigo. Supervisionado pelo educador DeRose e monitorado por Ricardo Melo, com orgulho e gratidão. Integrante da equipe de profissionais da Uni-Yôga Kobrasol, escola credenciada à Uni-Yôga. também dando aulas em empresas, sindicatos e escolas da Grande Florianópolis.

 

Optei em atrasar minha formação como Psicólogo para dedicar-me a essa cultura. Lembro-me claramente que ao escolher a opção do vestibular para a UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina), minha decisão foi pautada no desejo de querer fazer algo que fosse relevante para as pessoas. Em dúvida entre a faculdade de Direito e Psicologia, dei preferência para esta última por considerar que seria mais abarcante, mais profunda naquilo que era meu objetivo. Ao conhecer uma verdadeira filosofia de vida na qual você interfere positivamente na vida das pessoas oferecendo qualidade em tantos aspetos, não vi alternativa a não ser formar-me Instrutor.

Ainda falando da Psicologia, retomei a graduação que havia sido temporariamente parada. Cada vez mais enxergo nesta ciência (que muito tem, também, de arte) ferramentas incríveis para a evolução e o aprimoramento do ser humano... e não precisa ser terapia para ser psicologia, certo? Vejo com bons olhos diversas abordagens teóricas, cada qual com sua visão de homem e sua visão de mundo. Hoje, porém, se fosse questionado por qual optaria para trabalhar, só seria sincero respondendo que a Gestalt-terapia me cativa mais.

Ainda há um Caio escritor, que somado ao compositor brinca constantemente com significados, sons e simetrias. O que começou como simples passa-tempo se tornou uma forma incrível (para mim, ao menos) de manifestar o turbilhão de idéias e o oceano de conexões que enxergo no cotidiano. Em breve haverá um livro chamado O Poder do Mantra nas prateleiras de livrarias, escrito a quatro mãos por Ricardo Melo e Caio Melo (não, não somos parentes).

Espero sinceramente que aproveite o espaço que a cada dia crio aqui e que me ajude a edificá-lo com seus comentários, suas contribuições e questionamentos. Se quiser entrar em contato comigo, escreva para caio.melo@uni-yoga.org.br ou adicione este mesmo endereço em seu windows live messenger (msn messenger).

Por hora, despeço-me... ou melhor, convido você a ficar mais um pouco e ler meus textos indo para a parte Principal do blog.

Forte abraço,


Caio Melo
caio.melo@uni-yoga.org.br

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